1. O Potencial Renovável em Portugal
2. Regime Jurídico das Renováveis
3. Energia Eólica
4. Energia Solar
5. Biomassa
6. Biocombustíveis
7. Energia Minihídrica
8. Energia Geotérmica
9. Energia dos Oceanos
A aposta nas energias renováveis (mais de 50% da nossa electricidade tem origem em fontes renováveis) e na eficiência energética contribui para a redução da dependência do petróleo e para a redução do endividamento externo do País.
Fonte: Governo de Portugal
O Governo aprovou um pacote de energia que afirma Portugal como país de referência na economia sustentável (Conselho de Ministros de 21 de Outubro de 2010).
O primeiro diploma estabelece metas de 31% de energia produzida por fontes renováveis e de 10% de uso no sector dos transportes para o ano de 2020, transpondo uma directiva da UE.
O segundo, aprova medidas de incentivo à produção de biomassa, em linha com a estratégia nacional para as florestas.
O terceiro, obriga as entidades públicas a conhecer e considerar os seus impactos energéticos e ambientais quando adquiram ou aluguem veículos, transpondo uma directiva da UE.
O quarto diploma define os requisitos de concepção ecológica de produtos relacionados com o consumo de energia, promovendo a eficiência energética, transpondo uma directiva da UE.
A Estratégia Nacional para a Energia para 2020, que esquadra estas medidas, tem como objectivos reduzir a dependência energética para 74%, reduzir em 25% (2000 milhões de euros) a importação de energia, e criar um cluster das energias renováveis que assegure um valor acrescentado bruto de 3800 milhões de euros e acrescente mais 100 000 empregos aos 35 mil já existentes.
Fonte: Governo de Portugal
Vento produz mais energia que o carvão pela primeira vez em Portugal
Pela primeira vez desde sempre, Portugal teve, em 2010, mais electricidade proveniente de parques eólicos do que de centrais a carvão. Beneficiando de um ano atípico para a produção térmica baseada no carvão, as eólicas, com um crescimento de 20%, tornaram-se a terceira principal fonte de abastecimento eléctrico de Portugal, apenas atrás da hídrica e das centrais de ciclo combinado a gás natural.
Em 2010, segundo dados da REN – Redes Energéticas Nacionais, os parques eólicos injectaram no sistema eléctrico português 9,03 terawatt hora (TWh), um volume de produção suficiente para abastecer três milhões de consumidores na baixa tensão normal (quase dois terços das famílias portuguesas que este ano pagarão mais 3,8% pela electricidade).
Fonte: Jornal de Negócios
Jogo Batalha da Energia
A ENA – Agência de Energia e Ambiente da Arrábida, em parceria com a empresa Ydreams, desenvolveu um jogo para computador denominado “Batalha da Energia”. Este jogo pode ser descarregado a partir do site oficial do jogo, em www.batalhadaenergia.com.pt ou em www.ena.com.pt
No jogo “Batalha da Energia” o utilizador é convidado a desenvolver um conjunto de actividades que promovem a eficiência energética e a racionalidade no consumo de energia em ambiente doméstico. O cenário do jogo é uma casa de dois andares onde habitam, para além do jogador, o pai, a mãe e o irmão com comportamentos energéticos muito pouco racionais.
O objectivo do jogo é elevar a eficiência do consumo de energia em casa. Para tal, o jogador deve corrigir os maus hábitos de consumo das restantes personagens e, assim, conquistar créditos. Sempre que o telefone tocar, o jogador deve “atender” e responder correctamente às perguntas colocadas (relacionadas com o tema de energia) e, assim, arrecadar ainda mais créditos. Os créditos acumulados podem ser trocados por electrodomésticos ou equipamentos que elevam o desempenho energético da casa e da família, devendo o jogador dirigir-se à loja online que o jogo contém. A progressão no jogo pode ser acelerada pela utilização de alguns códigos, publicados no site do jogo, que permitem aceder a equipamentos como micro-eólicas com grande impacto no desempenho energético da habitação.
De forma muito resumida, este é o jogo da “Batalha da Energia”, mas, mais que o jogo, o que importa é a sensibilização e promoção de uma eficiência energética que cada um de nós pode e deve implementar no nosso dia-a-dia ao corrigirmos velhos hábitos de deixar a luz acesa quando saímos da nossa sala em conjunto com a televisão, os aparelhos que deixamos em stand-by, a porta do frigorífico sempre a abrir e fechar, o ar condicionado mal regulado, as luzes acesas durante o dia em vez de janelas abertas aproveitando a luz solar, a aquisição de novos electrodomésticos tendo em conta a sua categoria de eficiência energética (sendo mais caros, à partida justificam contudo o seu investimento pela sua real eficiência energética e menores consumos).
Fonte: ENA – Agência de Energia e Ambiente da Arrábida
Energias Renováveis
1. O Potencial Renovável em Portugal2. Regime Jurídico das Renováveis
3. Energia Eólica
4. Energia Solar
5. Biomassa
6. Biocombustíveis
7. Energia Minihídrica
8. Energia Geotérmica
9. Energia dos Oceanos
Artigos do Cientista Curioso sobre Energia
Energia e Alterações Climáticas (APEA)
Estratégia Nacional para a Energia - As Energias Renováveis e a Eficiência Energética (DGGE, 2006)
RENEWABLE| Portugal e a Energia | Estratégia Nacional de Energia 2020
Electricidade 2010: Portugal mais renovável mas menos eficiente (Quercus)
S. Pedro de Moel produz energias das ondas em 2013 (Ambiente Online)
Taking a closer look at Europe's renewable energy plans for 2020 (EEA)
Portal de Energias Alternativas
Portal das Energia Renováveis
Portal Energias Renováveis
ENEOP - Eólicas de Portugal
Energias Renováveis (Centro de Estudos em Economia da Energia, dos Transportes e do Ambiente)
Escola da Energia - Cidade da Energia (Galp e Eco-Escolas)
A aposta nas energias renováveis (mais de 50% da nossa electricidade tem origem em fontes renováveis) e na eficiência energética contribui para a redução da dependência do petróleo e para a redução do endividamento externo do País.
Fonte: Governo de Portugal
O Governo aprovou um pacote de energia que afirma Portugal como país de referência na economia sustentável (Conselho de Ministros de 21 de Outubro de 2010).
O primeiro diploma estabelece metas de 31% de energia produzida por fontes renováveis e de 10% de uso no sector dos transportes para o ano de 2020, transpondo uma directiva da UE.
O segundo, aprova medidas de incentivo à produção de biomassa, em linha com a estratégia nacional para as florestas.
O terceiro, obriga as entidades públicas a conhecer e considerar os seus impactos energéticos e ambientais quando adquiram ou aluguem veículos, transpondo uma directiva da UE.
O quarto diploma define os requisitos de concepção ecológica de produtos relacionados com o consumo de energia, promovendo a eficiência energética, transpondo uma directiva da UE.
A Estratégia Nacional para a Energia para 2020, que esquadra estas medidas, tem como objectivos reduzir a dependência energética para 74%, reduzir em 25% (2000 milhões de euros) a importação de energia, e criar um cluster das energias renováveis que assegure um valor acrescentado bruto de 3800 milhões de euros e acrescente mais 100 000 empregos aos 35 mil já existentes.
Fonte: Governo de Portugal
Vento produz mais energia que o carvão pela primeira vez em Portugal
Pela primeira vez desde sempre, Portugal teve, em 2010, mais electricidade proveniente de parques eólicos do que de centrais a carvão. Beneficiando de um ano atípico para a produção térmica baseada no carvão, as eólicas, com um crescimento de 20%, tornaram-se a terceira principal fonte de abastecimento eléctrico de Portugal, apenas atrás da hídrica e das centrais de ciclo combinado a gás natural.Em 2010, segundo dados da REN – Redes Energéticas Nacionais, os parques eólicos injectaram no sistema eléctrico português 9,03 terawatt hora (TWh), um volume de produção suficiente para abastecer três milhões de consumidores na baixa tensão normal (quase dois terços das famílias portuguesas que este ano pagarão mais 3,8% pela electricidade).
Fonte: Jornal de Negócios
Jogo Batalha da Energia
A ENA – Agência de Energia e Ambiente da Arrábida, em parceria com a empresa Ydreams, desenvolveu um jogo para computador denominado “Batalha da Energia”. Este jogo pode ser descarregado a partir do site oficial do jogo, em www.batalhadaenergia.com.pt ou em www.ena.com.ptNo jogo “Batalha da Energia” o utilizador é convidado a desenvolver um conjunto de actividades que promovem a eficiência energética e a racionalidade no consumo de energia em ambiente doméstico. O cenário do jogo é uma casa de dois andares onde habitam, para além do jogador, o pai, a mãe e o irmão com comportamentos energéticos muito pouco racionais.
O objectivo do jogo é elevar a eficiência do consumo de energia em casa. Para tal, o jogador deve corrigir os maus hábitos de consumo das restantes personagens e, assim, conquistar créditos. Sempre que o telefone tocar, o jogador deve “atender” e responder correctamente às perguntas colocadas (relacionadas com o tema de energia) e, assim, arrecadar ainda mais créditos. Os créditos acumulados podem ser trocados por electrodomésticos ou equipamentos que elevam o desempenho energético da casa e da família, devendo o jogador dirigir-se à loja online que o jogo contém. A progressão no jogo pode ser acelerada pela utilização de alguns códigos, publicados no site do jogo, que permitem aceder a equipamentos como micro-eólicas com grande impacto no desempenho energético da habitação.
De forma muito resumida, este é o jogo da “Batalha da Energia”, mas, mais que o jogo, o que importa é a sensibilização e promoção de uma eficiência energética que cada um de nós pode e deve implementar no nosso dia-a-dia ao corrigirmos velhos hábitos de deixar a luz acesa quando saímos da nossa sala em conjunto com a televisão, os aparelhos que deixamos em stand-by, a porta do frigorífico sempre a abrir e fechar, o ar condicionado mal regulado, as luzes acesas durante o dia em vez de janelas abertas aproveitando a luz solar, a aquisição de novos electrodomésticos tendo em conta a sua categoria de eficiência energética (sendo mais caros, à partida justificam contudo o seu investimento pela sua real eficiência energética e menores consumos).
Fonte: ENA – Agência de Energia e Ambiente da Arrábida
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